terça-feira, 4 de julho de 2017

Dólar cai em dia de feriado nos EUA e olho na cena política

O Dólar opera em queda nesta terça-feira (4), em dia de baixa liquidez com feriado nos Estados Unidos e com os investidores monitorando o cenário político, diante da expectativa da votação do pedido de urgência da reforma trabalhista no Senado, segundo a Reuters.

Às 9h09, a moeda norte-americana caía 0,1%, vendida a R$ 3,3015. Veja a cotação.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio, por ora. Em agosto, vencem US$ 6,181 bilhões em swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares.

Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,23%, vendida a R$ 3,3051, com certo alívio diante do cenário político doméstico e também com baixo volume de negócios.

Em junho, a moeda acumulou alta de 2,36% sobre o real, na segunda alta mensal seguida. No 2º trimeste, a valorização foi de 5,8%, maior salto em três meses desde o período entre julho e setembro de 2015 (26,77%). No semestre e no ano, o avanço foi de 1,94%.

Fonte: G1

Caixa antecipa pagamento do último lote do FGTS inativo

Caixa decidiu antecipar o pagamento do último lote das contas inativas do FGTS para quem nasceu em dezembro. Prevista inicialmente para começar no dia 14, a quinta fase foi antecipada para o próximo sábado, dia 8. A informação foi antecipada com exclusividade pelo Bom Dia Brasil nesta segunda-feira (3).

SAIBA MAIS SOBRE OS SAQUES DAS CONTAS INATIVAS

Assim, em vez de apenas 18 dias para conseguir sacar o dinheiro, os beneficiários nascidos em dezembro terão 24 dias para fazer os saques.

Mais de 2,5 milhões de brasileiros têm direito ao saque a partir no último lote. O valor total disponível ultrapassa R$ 3,5 bilhões e equivale a aproximadamente 8% do total disponível.

Para quem nasceu em outro período e ainda não fez o saque o prazo limite é 31 de julho. Se o beneficiário não retirar o dinheiro até o prazo final, o valor voltará para a conta do FGTS e ele só conseguirá sacá-lo se estiver enquadrado nas hipóteses que permitem o saque do FGTS, como trabalhadores ou dependentes portadores do vírus HIV; pessoas em tratamento contra o câncer; doentes em estágio terminal em razão de doença grave, ou se ficar pelo menos 3 anos sem receber depósito de empregadores no Fundo de Garantia.

Tem direito a fazer os saques das contas inativas o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até 31 de dezembro de 2015. O trabalhador não pode sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, que ainda receba depósitos pelo empregador atual.

Para atender aos trabalhadores que querem fazer o saque das contas inativas, 2.015 agências da Caixa abrirão no sábado (8), entre 9h e 15h – clique aqui para ver a lista de agências.



Canais de pagamento e documentação

Segundo a Caixa, valores nas contas inativas de até R$ 1.500 podem ser sacados no autoatendimento, somente com a senha do Cidadão. Para valores até R$ 3.000, o saque pode ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha no autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa. Acima de R$ 3.000, os saques devem ser feitos nas agências.

Para facilidade no atendimento, os trabalhadores devem sempre ter em mãos o documento de identificação e Carteira de Trabalho, ou outro documento que comprove a rescisão de seu contrato. Para valores acima R$ 10 mil, é obrigatória a apresentação de tais documentos.

Canais de atendimento

A Caixa criou o site exclusivo para as contas inativas (www.caixa.gov.br/contasinativas), na qual o trabalhador pode visualizar o saldo, a data do saque e os canais disponíveis para realização do pagamento.

Outra opção de atendimento é o Serviço de Atendimento ao Cliente pelo 0800 726 2017, em que é possível saber se a conta vinculada está apta para recebimento do valor disponível para saque, além de informações sobre os canais de pagamento.

Para realizar a consulta do saldo no 0800 ou no site, o trabalhador deve informar seu número de CPF ou PIS/PASEP (NIS) - veja como localizar o número do seu PIS ou NIS pela internet.

Balanço

A Caixa Econômica Federal pagou, até o dia 28 de junho, R$ 38,2 bilhões para trabalhadores nascidos entre janeiro e novembro. O número de trabalhadores que já sacaram os recursos superou 22,6 milhões.

O valor equivale a 95,38 % do total inicialmente previsto (R$ 40 bilhões) e aproximadamente 81% dos trabalhadores (27,7 milhões), nascidos entre janeiro e novembro.

Fonte: G1

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Salário de janeiro para demais servidores do estado do Rio deve ser pago após o carnaval

Pelo que apontam as contas do Tesouro estadual, os servidores que não receberam seus salários de janeiro de forma integral até ontem, 10º dia útil do mês, terão que esperar até depois do carnaval para ter o depósito total de seus vencimentos. De acordo com fontes do governo, a situação, hoje, é de absoluto esforço para pagar alguma parcela aos mais de 210 mil funcionários que ainda aguardam o pagamento. A intenção, segundo os mais otimistas, é depositar, ainda na próxima semana, um determinado valor. O restante seria pago somente após o carnaval, já em março. Esse cenário, porém, não é dos mais prováveis. Os realistas apostam que nada será creditado até o mês que vem.

— É improvável que os que não tiveram seus salários pagos recebam algo na próxima semana. O governo do estado já raspou a conta para pagar a Segurança — disse uma fonte do alto escalão.

Para piorar a situação, o governo terá que transferir, até a próxima semana, R$ 455 milhões de duodécimo (parcela do Orçamento destinada aos Poderes), para que o Judiciário e o Legislativo quitem suas folhas de fevereiro.

Ontem, o governo pagou os salários de janeiro a todos os servidores da Segurança, além dos ativos da Educação. Foram gastos R$ 920 milhões. Pouco mais de 50% dos servidores do Executivo já receberam os vencimentos de janeiro.

Fonte: Extra

Governo do Rio promete pagar salários à Segurança e aos ativos da Educação nesta terça-feira

O governo do Rio promete depositar, hoje, os salários integrais de janeiro dos servidores ativos da Educação e de todos os funcionários ativos, inativos e pensionistas da Segurança — policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e demais trabalhadores da pasta. O valor líquido desta parte da folha é de R$ 920 milhões.

O governo do estado, com isso, vai pagar os vencimentos dos servidores destas duas áreas no 10º dia útil do mês seguinte ao trabalhado, dentro do prazo estabelecido por um decreto estadual. Vale lembrar que os servidores da Segurança receberão o pagamento de janeiro com até 10,22% de aumento, equivalente à terceira parcela do reajuste aprovado em 2014. Ao todo, serão cinco prestações pagas.

Os demais servidores terão de aguardar o anúncio por parte do governo a respeito do calendário de pagamento. A previsão, hoje, é que a folha de janeiro seja quitada apenas em março. O cronograma de depósitos ainda não tem data para ser anunciado e dependerá de reuniões que acontecerão nos próximos dias entre os responsáveis pelo Tesouro estadual. O governo do estado não informou quantos funcionários sofrerão com o atraso do salário de janeiro.

Fonte: Extra

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Baixo crescimento marcará economia em 2017, preveem especialistas

Um início de recuperação em meio a um crescimento tímido e a dificuldades no cenário internacional. Para economistas ouvidos pela Agência Brasil, as perspectivas para a economia em 2017 indicam leve melhora em relação a 2016, mas apontam para um caminho cheio de percalços rumo à retomada da produção e do consumo.l

Segundo os especialistas, o quadro político também retarda a recuperação da economia. Para eles, o país precisa superar as pendências políticas antes de voltar a crescer, mas essa é apenas uma parte da solução.l

Para a professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Virene Matesco, o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) crescerá no máximo 0,5% em 2017. Ela diz que somente quando consumidores e empresários recuperarem a confiança, a economia começará a recuperar-se plenamente.l

“A recuperação da economia em 2017 depende fundamentalmente de dois fatores: a superação da crise política e a aprovação de medidas que sinalizem algum compromisso do governo com as contas públicas. Somente aí, o país poderá começar a se reorganizar”, disse. “O Congresso é como um trator que vai tirar o carro atolado, que é o Brasil. Só que o trator está quebrado.”l

Segundo Virene, mesmo a aprovação da reforma da Previdência será apenas uma indicação para o mercado e os investidores. Isso porque tanto a revisão no regime de aposentadorias e pensões como a emenda constitucional que cria um teto para o gasto público têm impacto sobre as contas do governo apenas no médio e no longo prazo. “Como os déficits nas contas públicas continuarão persistindo, existe a possibilidade de o governo aumentar impostos para elevar a receita”.l

O economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, concorda com os reflexos da política sobre a economia. “Para mim, a crise atual é fundamentalmente política. Será que os investidores continuarão dispostos a pôr dinheiro no Brasil vendo o que está acontecendo aqui?”, pergunta.l

Perfeito tem uma estimativa mais pessimista para o crescimento da economia no próximo ano: 0,2%. Segundo ele, o resultado poderia ser melhor se o governo ampliasse o déficit primário da União, estimado em R$ 139 bilhões para 2017, para estimular a economia. “Um aumento de gastos seria válido se fosse temporário e feito com transparência, mas não existe espaço político para isso, até por causa dos erros dos governos anteriores com esse tipo de medida”, explica.l

O economista também atribui parte das dificuldades de recuperação da economia ao cenário internacional, principalmente após a indicação do Federal Reserve (Banco Central norte-americano) de que poderá aumentar os juros da maior economia do planeta até três vezes em 2017 para conter os efeitos dos cortes de impostos e da expansão dos gastos públicos do futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.l

Indústrial

As entidades do setor produtivo também não têm projeções otimistas para a economia no próximo ano. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima crescimento de 0,5% para o PIB, com expansão de 1,3% na indústria. Para a entidade, o investimento deve crescer 2,3% em 2017 depois de cair 11,2% este ano.l

Para o gerente-executivo da CNI, Flávio Castelo Branco, a ociosidade das indústrias, que estão com grandes estoques acumulados, e as dificuldades financeiras das famílias e das empresas dificultam a retomada do crescimento. Segundo ele, somente quando o endividamento diminuir, o consumo e a produção terão condições de reagir.l

“Quando as empresas geram empregos, giram a economia, aumentando investimentos, salários, consumo e produção”, explicou Castelo Branco durante a divulgação das estimativas da entidade para a economia em 2017 no último dia 13. Segundo ele, a aceleração das reformas da Previdência e trabalhista e a diminuição dos desequilíbrios nas contas públicas são importantes para que o país volte a crescer.l

No fim de novembro, o Ministério da Fazenda reduziu a projeção de crescimento do PIB para 2017 de 1,6% para 1%. A previsão oficial é mais otimista que a do mercado. Na penúltima semana de dezembro, as instituições financeiras estimavam expansão de 0,58% do PIB para o próximo ano, segundo o Boletim Focus do Banco Central, publicação semanal com projeções de analistas de mercado. As instituições projetam inflação de 4,9% em 2017 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).l


Fonte: Agência Brasil

Valor das aposentadorias terá novo cálculo com reforma da Previdência

Além de modificar a idade mínima para a aposentadoria e definir novo tempo de contribuição, a reforma da Previdência também alterou a forma de calcular o valor que o trabalhador vai receber ao se aposentar. .

Caso a PEC que muda as regras da Previdência seja aprovada, o valor da aposentadoria passa a ser calculado por uma nova fórmula. O benefício vai corresponder a 51% da média dos salários de contribuição.

Além disso, para cada ano que o trabalhador contribuiu, esse valor será aumentado em um ponto percentual. O trabalhador com 25 anos de contribuição e 65 de idade vai se aposentar com renda igual a 76% do seu salário de contribuição.

As regras permitem, no entanto, que esse valor aumente. Se o trabalhador ficar na ativa e contribuir por mais 12 meses, ele vai receber o equivalente a 77% do seu salário de contribuição e isso sobe sucessivamente até atingir os 100%. Caso ele resolva trabalhar por mais cinco anos, receberá o equivalente a 81%.

No caso de aposentadorias por incapacidade permanente, o valor corresponderá a 100% da média das remunerações. No entanto, isso vale apenas para as incapacidades permanentes quando decorrentes de acidente de trabalho.

Como fica o cálculo da pensão por morte

Os cálculos dos valores das pensões por morte também foram alterados no texto. Neste caso, a renda será equivalente a 50% do valor da aposentadoria que o segurado teria a receber ou do valor que ele recebia. Esse valor ainda será acrescido de 10 pontos percentuais por dependente.

Se um aposentado falecer e deixar dois filhos e esposa, o valor do benefício será equivalente a 80% do valor da aposentadoria que o segurado recebia. Se fosse uma esposa e quatro filhos, o benefício será de 100% da remuneração.


Fonte: Portal Brasil

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Custo da construção sobe em dezembro, diz FGV

O índice Nacional de Custo da Construção registrou em dezembro variação de 0,36%, acima do resultado do mês anterior, que ficou em 0,17%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,15%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,05%. O índice referente à mão de obra registrou variação de 0,55%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,36%.

No grupo materiais, equipamentos e serviços, o índice correspondente a materiais e equipamentos registrou variação de 0,17%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,13%. Dos quatro subgrupos componentes, dois apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação, cuja taxa passou de -0,01% para 0,84%.

A parcela relativa a serviços passou de uma taxa de 0,26%, em novembro, para 0,07%, em dezembro. Nesse grupo, houve desaceleração de refeição pronta no local de trabalho, cuja taxa passou de 0,96% para 0,12%.

O índice referente à mão de obra registrou variação de 0,55% em dezembro, ante 0,36% no mês anterior. A variação ocorreu devido à primeira parcela do reajuste salarial de Recife, da segunda parcela de Brasília e dos reajustes salariais de Porto Alegre e São Paulo, segundo a FGV.

Quatro capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro. Em contrapartida, Salvador e Porto Alegre registraram desaceleração. São Paulo manteve a mesma variação do mês de novembro.

Fonte: G1